Estamos vivendo uma epidemia de abuso de drogas.

É  o álcool, o crack, a maconha, os inalantes,  . . .

Ouvimos e assistimos diariamente programas nas rádios e nas TVs, lemos reportagens em jornais e revistas, todos abordando o crescimento do abuso de álcool e outras drogas. Principalmente sobre o aumento da quantidade de dependentes químicos, surpreendendo educadores, pais e demais familiares.  De fato está em curso uma epidemia de abuso de álcool e outras drogas, uma epidemia de dependência química.
Você acha que este problema não é seu?
Você acha que este problema nunca poderá tornar-se também seu?

Motivos para reflexão sobre o tema:

O abuso de drogas lícitas e ilícitas em nossa sociedade se alastra como uma epidemia.  Não escolhe suas vítimas.   Nenhuma família tem garantias de que algum de seus membros não será assediado e não sucumbirá à tentação do prazer imediato, embora seja artificial, químico e de pequena duração. A todos se oferece como uma oportunidade de prazer e esquecimento momentâneo dos problemas. Ou como um meio para vencer a timidez, o medo e a inibição, sentir-se mais potente e capaz. 

As drogas lícitas são as bebidas alcoólicas, o cigarro, os calmantes, os anti-depressivos, os remédios para emagrecer, os anestésicos, as colas de contato e os solventes.

Entre as drogas ilícitas encontram-se a maconha e o haxixe, a cocaína, o crack e a merla, o LSD, o Ecstasy, o PCP e outras meta-anfetaminas, 

O abuso de drogas leva à alteração da percepção da realidade, à diminuição da autocrítica, à diminuição dos sentimentos de consideração, respeito e amor, à diminuição das capacidades intelectuais, ao abandono do estudo, à deterioração dos comportamentos, à dependência química, e o que é pior, sem avisar. Raras são as pessoas que conseguem perceber os sinais de alerta deste processo.  Evolui como uma doença silenciosa, que atinge o biológico, o psicológico, o social e a escala de valores do indivíduo. Os pais e educadores são surpreendidos sempre já numa fase adiantada da instalação da doença.

É um problema democrático, pois não escolhe em quem vai se instalar. Não escolhe lugar, classe social, religião, idade ou sexo.  Atinge todas classes sociais, é silenciosa e traiçoeira.  Não existem grupos de risco identificados.  A transmissão da drogadicção se dá pela cópia de comportamentos.

Só ha uma solução:  Pais e educadores aprenderem a fazer prevenção.  Só amar não basta.  É necessário que sejamos competentes também.

A dependência química está presente na maioria esmagadora dos atos de violência doméstica, escolar, nas empresas, festas e na rua.  Seja no trânsito, nas relações interpessoais ou no trabalho.  Uma vez dependente, a pessoa perde o controle sobre sua vontade e a razão raramente prevalece.  O indivíduo abandona a escola, perde os estudos, troca o dia pela noite, prefere a rua em vez da família, abandona o convívio familiar,  tem seu futuro comprometido, senão totalmente prejudicado.  Com freqüência, é levado a fazer parte de gangues ligadas à violência, à prostituição, ao tráfico de drogas, assaltos e outros crimes.

Em geral é nestas circunstâncias que a família e os amigos descobrem o problema.  Depois de muitas perdas . . .

 

Que mundo você quer para você, seus filhos e netos?

Você mesmo. Um cidadão responsável, pessoa de bem, seja pai, filho, professor, aluno, religioso ou ateu, não importa a sua qualificação, tem tudo a ver com este assunto.  Você tem um lugar à sua espera nesta tarefa de construir um lugar seguro para se viver.

Todos nós temos que fazer prevenção, continuamente, em todos os lugares, o tempo todo.

Ninguém precisa de qualquer atributo ou formação especial para isto.  Basta ser um cidadão responsável e querer deixar atrás de si um mundo melhor, para ser vivido pelos seus descendentes.

Precisamos de mais segurança e de melhor educação.  Escolas fazendo educação preventiva voltada para a qualidade de vida e a realização pessoal do ser humano social. Apoio governamental para recuperação e reinserção social de dependentes químicos.

Menos drogadicção.  Mais qualidade de vida e menos consumo de drogas  -  sejam elas lícitas ou ilícitas.

 

Qual o apoio que o Amor-Exigente oferece à comunidade?

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O Amor-Exigente (AE) é uma proposta de educação destinada a pais, educadores e orientadores, como forma de prevenir e solucionar problemas com nossos entes queridos. A desatenção na formação dos nossos educandos, desde o berçário, gera problemas envolvendo desrespeito, falta de motivação, vida sem objetivos, uso de álcool/drogas, abuso verbal, repetência/cola/dificuldades na escola, dificuldades com a polícia, fuga de casa,  violência, roubo e destruição em casa, até a desestruturação da família.
Enfim, um programa de apoio para quem quer prevenir ou resolver problemas de comportamento inadequado aos padrões da sociedade sadia.

É uma nova abordagem que enfatiza a mudança de comportamento de pais, professores, pedagogos, terapeutas, orientadores e voluntários em relação a seus entes queridos e educandos para prevenir danos e solucionar problemas.